Eu já estou acostumado com as coisas de Salvador, como qualquer um mijando nos muros ou nas árvores a qualquer hora (até mesmo com um banheiro próximo), gente jogando lixo pela janela dos carros e cachorros fazendo suas necessidades na rua sem que o dono pegue e jogue fora.
Mas a cena de ontem eu realmente não esperava.
Fui com Karine ao Aqua Café. Para quem não conhece, vale a pena. Em plena Bahia Marina, situado sobre um pier, com uma vista maravilhosa. Um lugar Classe A (e é claro, no preço também), mas vale a pena ver o por do sol, tomando uma roska, numa cadeira acolchoada... :)
Bem, para lá das tantas eu fui ao banheiro. O que eu esperava de um lugar como este? Um banheiro limpo. E o que eu encontro? Um POÇO de mijo no chão, papel jogado pelos cantos, pia e o escambau. Simplesmente lamentável.
Caraca, eu já fui em uma churrascaria, na beira de uma estrada em Aracajú, e o banheiro estava impecável de limpo, e ainda por cima PERFUMADO! Aqui em Salvador é isso, para piorar, em um restaurante caro! Além do povo ser mal educado, a qualidade do serviço daqui é PÉSSIMA, pois o estabelecimento deveria estar monitorando o tempo todo o banheiro. Novamente, lamentável.
Vejas as fotos:
Mostrando postagens com marcador Pensamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pensamentos. Mostrar todas as postagens
A imaginação das crianças é um negócio massa (e algumas vezes complicado para os pais!) :)
Leozinho tem uma imaginação super fértil. Um grão de feijão vira um super-herói fácil, fácil. O dedão da mão então, hora é um robô, outra é um asteroide, e outra é o gás letal do Fogo Selvagem do Ben 10.
Acontece que isto gera alguns problemas técnicos para quem não está dentro da cabeça dele! Se a gente não consegue entender com o quê ele está brincando, o stress se instaura. Vou dar alguns exemplos pelos quais já passamos:
Leozinho tem uma imaginação super fértil. Um grão de feijão vira um super-herói fácil, fácil. O dedão da mão então, hora é um robô, outra é um asteroide, e outra é o gás letal do Fogo Selvagem do Ben 10.
Acontece que isto gera alguns problemas técnicos para quem não está dentro da cabeça dele! Se a gente não consegue entender com o quê ele está brincando, o stress se instaura. Vou dar alguns exemplos pelos quais já passamos:
- Optimus Prime Caminhão Sumido: Leozinho está numa fase de Transformers danada. Tudo é transformer! O problema é que ele inventou que algum dos brinquedos dele É o Optimus Prime transformado em caminhão. Para piorar, nós não sabemos que brinquedo é este e Léo perdeu ele! E agora quer que a gente ache!! Pode uma coisa desta?
- Robô Sem Botão de Desliga: Outro dia Léo estava com um Robô imaginário na mão, e segundo ele, ele estava piscando as luzes e fazendo sons e não conseguia desligar. Eu, naturalmente, inventei um lugar para o botão imaginário de desliga, e o apertei. Funcionou? Claro que não. Segundo Léo o botão não era ali!! E ele não dizia a zorra do lugar do botão! Fiquei apertando todos os infinitos lugares para botões imaginários e nada!!!
- Boneco em Posição Impossível: Outra vez ele disse que o boneco do homem aranha (não o inflável) não estava na posição correta, que a perna tinha que estar assim, os braços assado, e a cabeça não sei como. Que era como o boneco lutava... Tentamos de todas as formas possíveis e imagináveis, mas nada.
Ontem a noite foi engraçado. Exatamente às 23:38, Karine estava com dor de cabeça e foi tomar um remédio. Quando olhou a data de validade, estava escrito: Novembro de 2009.
Bem, ainda era Novembro, faltavam 22 minutos para chegarmos em Dezembro, e ela tomou o remédio.
Quem me conhece sabe que eu sou super chato com datas de validade. Chato, mas chato MESMO. Na verdade, na maioria das vezes que alguma coisa já está próxima da data de validade, para mim já está passado! Quando se trata de comida então, nem se fala! Congelar um requeijão cremoso por exemplo, e comê-lo depois da data de validade, nem pensar! Passado! Ketchup depois da validade? Passado! Queijo resecado? Passado!
O pior é que eu fui criado numa casa em que se comia de tudo, totalmente passado! Até hoje meus pais levam a praia ou barzinho uma bandejinha com blanquet de peru. É de arrepiar aquele negócio suado, meio gosmentinho... Tá doido que vou comer um negócio deste. Levam também umas pimentinhas (aquele salgadinho ardido, que se compra em lojas de "coisas da fazenda" ou no Ceasa), só que velhas, todas moles... Tudo passado!
Bem, ainda era Novembro, faltavam 22 minutos para chegarmos em Dezembro, e ela tomou o remédio.
Quem me conhece sabe que eu sou super chato com datas de validade. Chato, mas chato MESMO. Na verdade, na maioria das vezes que alguma coisa já está próxima da data de validade, para mim já está passado! Quando se trata de comida então, nem se fala! Congelar um requeijão cremoso por exemplo, e comê-lo depois da data de validade, nem pensar! Passado! Ketchup depois da validade? Passado! Queijo resecado? Passado!
O pior é que eu fui criado numa casa em que se comia de tudo, totalmente passado! Até hoje meus pais levam a praia ou barzinho uma bandejinha com blanquet de peru. É de arrepiar aquele negócio suado, meio gosmentinho... Tá doido que vou comer um negócio deste. Levam também umas pimentinhas (aquele salgadinho ardido, que se compra em lojas de "coisas da fazenda" ou no Ceasa), só que velhas, todas moles... Tudo passado!
Conversando com um colega de trabalho sobre religião e crença ou não em Deus, ele ficou surpreso que Karine era ateia, pois segundo ele o índice de mulheres que não acreditam em Deus é bastante pequeno.
Independentemente das estatísticas, nestes dias que passei em casa dei uma folheada no livro Deus - Um Delírio, de Richard Dawkins. O livro é bastante interessante, e segundo ele mesmo, tem por objetivo "(...) não apenas provocar os religiosos convictos, mas principalmente levar os religiosos "por inércia" a pensar racionalmente a sua crença (...)". É legal uma frase que tem logo nas primeiras páginas: "Não é o bastante ver que um jardim é bonito sem ter que acreditar também que há fadas escondidas nele?"
Bem, na conversa com meu colega, ele citou uma frase bastante interessante:
Complementando a frase, ele me mostrou a seguinte imagem. Dê uma olhada com cuidado (provavelmente será necessário clicá-la para ela aparecer completa, pois ela é beeeeem comprida). A idéia por trás da frase e da imagem é que se vc acredita em um Deus de uma religião, vc não acredita no Deus de outra religião, e consequentemente, será Ateu para a outra pessoa. Interessante o raciocínio....
Para finalizar, duas charges que encontrei, que representam bem o que eu acho da maioria das religiões:
Independentemente das estatísticas, nestes dias que passei em casa dei uma folheada no livro Deus - Um Delírio, de Richard Dawkins. O livro é bastante interessante, e segundo ele mesmo, tem por objetivo "(...) não apenas provocar os religiosos convictos, mas principalmente levar os religiosos "por inércia" a pensar racionalmente a sua crença (...)". É legal uma frase que tem logo nas primeiras páginas: "Não é o bastante ver que um jardim é bonito sem ter que acreditar também que há fadas escondidas nele?"
Bem, na conversa com meu colega, ele citou uma frase bastante interessante:
“Afirmo que ambos somos ateus. Apenas acredito num deus a menos que você. Quando você entender por que rejeita todos os outros deuses possíveis, entenderá por que rejeito o seu.” (Stephen Henry Roberts)
Complementando a frase, ele me mostrou a seguinte imagem. Dê uma olhada com cuidado (provavelmente será necessário clicá-la para ela aparecer completa, pois ela é beeeeem comprida). A idéia por trás da frase e da imagem é que se vc acredita em um Deus de uma religião, vc não acredita no Deus de outra religião, e consequentemente, será Ateu para a outra pessoa. Interessante o raciocínio....
Para finalizar, duas charges que encontrei, que representam bem o que eu acho da maioria das religiões:
Nos últimos dias iniciei minha zilhonésima tentativa de resurgir das cinzas e reencontrar antigos amigos. Comecei (novamente) pelo Orkut. Nisto, meu distante amigo Ozawa mandou um recado para mim, o que me fez relembrar de uma história que creio nem ele se lembrar mais, assim como Lorenzo não se lembrava da história do 8:32.
Eu devia ter uns 14 anos, e, tomando café da manhã na casa de Ozawa, abri uma bandeja de queio (se não me engano, mussarela). Segundos depois, fui completamente repreendido por Ozawa, pois eu havia aberto o queijo do lado errado da bandeja (!).
A questão toda é que o queijo estava como o da foto aí em cima, empilhado em formato de escadinha. E como eu havia aberto pelo lado do "pé" da escada, seria necessário retirar todo o plástico filme até ser possível pegar a fatia de cima. Como o plástico filme se torna quase imprestável depois disto, não seria mais possível fechar adequadamente a bandeja, implicando no ressecamento futuro do queijo! (tentei ser claro na explicação, mas não tenho habilidades manuais para desenhar um esquema passo a passo).
Por isso faço o seguinte questionamento filosófico e existencial: todo mundo presta atenção nisso ou só eu não ligopara essas viadagens ?
Eu devia ter uns 14 anos, e, tomando café da manhã na casa de Ozawa, abri uma bandeja de queio (se não me engano, mussarela). Segundos depois, fui completamente repreendido por Ozawa, pois eu havia aberto o queijo do lado errado da bandeja (!).
A questão toda é que o queijo estava como o da foto aí em cima, empilhado em formato de escadinha. E como eu havia aberto pelo lado do "pé" da escada, seria necessário retirar todo o plástico filme até ser possível pegar a fatia de cima. Como o plástico filme se torna quase imprestável depois disto, não seria mais possível fechar adequadamente a bandeja, implicando no ressecamento futuro do queijo! (tentei ser claro na explicação, mas não tenho habilidades manuais para desenhar um esquema passo a passo).
Por isso faço o seguinte questionamento filosófico e existencial: todo mundo presta atenção nisso ou só eu não ligo
Na verdade, o nome do blog seria 11:11, pois constantemente vejo este número no meu dia a dia. Porém, como descobri que já existe muita coisa relacionada a este número (e que com certeza será motivo de um próximo post aqui), resolvi mudar o nome.
Quando eu tinha uns 13 anos de idade um grande amigo meu chamado Lorenzo não usava relógio (acho que até hoje ele não usa). Quando alguém perguntava as horas, e ele estava por perto, ele costumava falar: 8:32! Não sei o motivo, mas era um número que ele gostava.
Por este motivo, resolvi colocar este nome. O detalhe de todo post ser sempre às 8:32, é apenas para combinar! :)
Quando eu tinha uns 13 anos de idade um grande amigo meu chamado Lorenzo não usava relógio (acho que até hoje ele não usa). Quando alguém perguntava as horas, e ele estava por perto, ele costumava falar: 8:32! Não sei o motivo, mas era um número que ele gostava.
Por este motivo, resolvi colocar este nome. O detalhe de todo post ser sempre às 8:32, é apenas para combinar! :)
Assinar:
Postagens (Atom)









